Andar na linha, mudar os velhos hábitos, dizer não a si mesmo todos os dias é tarefa árdua.
A verdade custa caro!!
Eu entendi que para viver o novo, eu precisava abandonar tudo que eu ja tinha vivido.
Notei que, recebi muitos convites e na maioria deles, eu disse não!!
Quero atrair um numero menor de pessoas para compartilhar minha caminhada agora!
É preciso separar o Joio do Trigo agora...
O TEMPO DA COEXISTÊNCIA
O texto lido trata-se da famosa parábola do joio e do trigo.
Ela começa assim: “... O reino dos céus é semelhante a um homem que semeou boa semente no seu campo; mas enquanto os homens dormiam veio o inimigo dele, semeou o joio no meio do trigo e retirou-se. E, quando a erva cresceu e produziu fruto, apareceu também o joio.” (Matheus:24 a 26)
Esta é a primeira informação que podemos aprender com a parábola do joio e do trigo. No campo daquele patrão, foi semeado o trigo. Mas, sem que ele quisesse, alguém também semeou o joio. E esta é uma realidade inquestionável.
O trigo e o joio, agora, estão misturados, co-habitam no mesmo terreno, coexistem lado a lado. Enquanto crescem e se desenvolvem, eles são muito parecidos e é possível até confundi-los.
O que Jesus está querendo dizer é que este mundo em que vivemos é mundo de contrastes e contradições; é mundo de tensões e conflitos.
O bem e o mal, coexistem. A justiça e a injustiça, habitam lado a lado. A piedade e a impiedade, por vezes, estão misturadas.
A boa semente e a má semente crescem no mesmo campo.
O TEMPO DA MISERICÓRDIA
Jesus continua: “Então, vindo os
servos do dono da casa, lhe disseram: Senhor, não semeaste boa semente no teu
campo? Donde vem, pois, o joio? Ele, porém, lhes respondeu: Um inimigo fez isso.
Mas os servos lhe perguntaram: Queres que vamos e arranquemos o joio? Não!
Replicou ele, para que, ao separar o joio, não arranqueis também com ele o
trigo.” (Matheus:27 a 29)
O dono do campo semeou a boa semente, mas ele
reconhece que, enquanto seus servos dormiam, um inimigo semeou uma semente ruim.
Quem é este inimigo? É alguém que faz uma maldade, que semeia uma erva daninha
em um campo de boa semente. Podemos chamá-lo de “diabo”, de “pecado”, de “ser
humano decaído”; podemos chamá-lo de “estruturas humanas injustas”, etc. Este
inimigo é tudo aquilo ou todo aquele que combate o bem e trabalha contra a boa
semente.
Diante da atuação desse inimigo e diante do crescimento do joio no meio do trigo, o que fazer? Ficar de braços cruzados, vendo a erva daninha crescer no meio do campo? Os empregados do patrão acreditam que essa não é uma boa alternativa. Eles querem separar o joio do trigo. Então, perguntam ao seu senhor: “Queres que vamos e arranquemos o joio?” Eles estão decididos: misturados, o trigo e o joio não podem permanecer; o joio precisa ser arrancado e exterminado imediatamente.
O fato é que a proposta deles é recusada pelo patrão. Diante da consulta dos empregados, aquele senhor responde com firmeza. O patrão era um homem sábio. Ele sabia que o trigo e o joio estariam “muito” misturados na plantação. Ele sabia que seus servos não teriam competência ou mesmo cuidado para separar o joio sem, com isto, arrancar junto o trigo.
E aqui aprendemos mais uma lição do Senhor Jesus. Já vimos que o tempo que vivemos no presente é o tempo da coexistência do joio com o trigo, do bem com o mal, da virtude com o pecado. Mas, Jesus quer dizer também que este tempo de coexistência deve ser, igualmente, tempo de misericórdia.
Na época de Jesus, havia muitos que desejavam separar o joio do trigo. Um exemplo são os fariseus. Eles queriam separar os puros dos impuros, os justos dos injustos. Para os fariseus, o trigo eram aqueles que obedeciam cegamente à Lei de Moisés. O joio, naturalmente, eram os pecadores que não seguiam à Lei.
Jesus, porém, opunha-se aos fariseus porque, com a Lei, eles acabavam oprimindo o povo. Na ânsia de separar o joio do trigo, os fariseus acabavam arrancando o bom fruto junto com o fruto ruim. Em oposição aos fariseus, Jesus diz: “não julgueis para que não sejais julgados”; “os sãos não precisam de médico, mas sim os doentes”; “misericórdia quero e não sacrifícios”.
Para Jesus, o tempo presente é o tempo da coexistência do joio com o trigo, mas deve ser também o tempo da misericórdia; deve ser também o tempo do testemunho do Evangelho do reino de Deus; para que, pela ação do Espírito Santo, aconteça o milagre da transformação de joio em trigo. Aquele que, no presente, pretende arrancar o joio, sem piedade nem misericórdia, corre o sério risco de arrancar junto o trigo.
Diante da atuação desse inimigo e diante do crescimento do joio no meio do trigo, o que fazer? Ficar de braços cruzados, vendo a erva daninha crescer no meio do campo? Os empregados do patrão acreditam que essa não é uma boa alternativa. Eles querem separar o joio do trigo. Então, perguntam ao seu senhor: “Queres que vamos e arranquemos o joio?” Eles estão decididos: misturados, o trigo e o joio não podem permanecer; o joio precisa ser arrancado e exterminado imediatamente.
O fato é que a proposta deles é recusada pelo patrão. Diante da consulta dos empregados, aquele senhor responde com firmeza. O patrão era um homem sábio. Ele sabia que o trigo e o joio estariam “muito” misturados na plantação. Ele sabia que seus servos não teriam competência ou mesmo cuidado para separar o joio sem, com isto, arrancar junto o trigo.
E aqui aprendemos mais uma lição do Senhor Jesus. Já vimos que o tempo que vivemos no presente é o tempo da coexistência do joio com o trigo, do bem com o mal, da virtude com o pecado. Mas, Jesus quer dizer também que este tempo de coexistência deve ser, igualmente, tempo de misericórdia.
Na época de Jesus, havia muitos que desejavam separar o joio do trigo. Um exemplo são os fariseus. Eles queriam separar os puros dos impuros, os justos dos injustos. Para os fariseus, o trigo eram aqueles que obedeciam cegamente à Lei de Moisés. O joio, naturalmente, eram os pecadores que não seguiam à Lei.
Jesus, porém, opunha-se aos fariseus porque, com a Lei, eles acabavam oprimindo o povo. Na ânsia de separar o joio do trigo, os fariseus acabavam arrancando o bom fruto junto com o fruto ruim. Em oposição aos fariseus, Jesus diz: “não julgueis para que não sejais julgados”; “os sãos não precisam de médico, mas sim os doentes”; “misericórdia quero e não sacrifícios”.
Para Jesus, o tempo presente é o tempo da coexistência do joio com o trigo, mas deve ser também o tempo da misericórdia; deve ser também o tempo do testemunho do Evangelho do reino de Deus; para que, pela ação do Espírito Santo, aconteça o milagre da transformação de joio em trigo. Aquele que, no presente, pretende arrancar o joio, sem piedade nem misericórdia, corre o sério risco de arrancar junto o trigo.
O TEMPO DO JULGAMENTO
A parábola se encerra com a palavra do
patrão: “Deixai-os crescer juntos até à colheita, e, no tempo da colheita, direi
aos ceifeiros: ajuntai primeiro o joio, atai-o em feixes para ser queimado; mas
o trigo, recolhei-o no meu celeiro.” (Versículo 30)
Trigo e joio ficarão juntos por um determinado espaço de tempo: apenas até chegar a hora da colheita.
Existe uma explicação para isto. Em primeiro lugar, dissemos há pouco que o trigo e o joio enquanto estão crescendo são muito parecidos e podem até ser confundidos. Todavia, depois de maduros, depois que dão seus frutos e estão prontos para serem colhidos, aí eles já não são tão parecidos e é possível distinguí-los melhor.
Em segundo lugar, no momento da ceifa, eles devem ser separados porque o trigo é alimento, mas o joio é erva daninha. O trigo resulta na farinha, que se transforma em pão, alimento fundamental na Palestina dos tempos de Jesus. Entretanto, o joio é uma erva venenosa. O Rev. Michael Bitchmaya (ministro presbiteriano que viveu e lecionou em São Paulo), em um de seus livros, comentando a parábola do joio e do trigo, enumera os sintomas físicos que surgem naquele que come do joio: dor de cabeça; tontura; sonolência; alteração da visão; alteração da audição; secura na boca; dor de estômago; tremor; entre outros (A Entrada do Rei da Glória no Reino Visível, vol. 4, p. 86-87). Trigo é alimento. Joio faz mal à saúde. Na colheita, é preciso separá-los.
E aqui nós aprendemos, com Jesus, que existirá também um tempo de
separação da boa e da má semente, do bom e do mau fruto. É o tempo da colheita.
Em outras palavras, o Senhor Jesus está se referindo ao fato de que, no final
dos tempos, haverá uma separação dos bons e dos maus, dos justos e dos injustos.
Ou seja, virá o tempo do julgamento, quando trigo e joio manifestarão seus
frutos e receberão, cada um deles, o seu destino: o trigo irá para o celeiro e
vai virar alimento; o joio vai virar lenha e será queimado no fogo.
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