quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Google Marketing do Conrado Adolpho Vaz

Livro GOOGLE MARKETING

Clique para ampliar

Que tal ler os 3 primeiros capítulos? Faça aqui o download dos 3 primeiros capítulos do livro Google Marketing.

Com cerca de quinhentas páginas, a obra, que é a única no País a falar diretamente sobre marketing digital, além de apresentar muitos dados e números atualizados sobre o mercado de internet no Brasil, traça também as características do novo consumidor, conceitos e cases de marketing viral, blogs e outras ferramentas de marketing digital, a partir de exemplos vindos de empresas do próprio Google, como o Orkut, You Tube e Google Maps.

O livro Google Marketing é a referência em Marketing Digital no Brasil e trata de praticamente todos os temas que um empresário, diretor ou gerente de marketing ou ainda profissionais que trabalham com comunicação e marketing devem saber. É como um bússola desses novos tempos.

Diferentemente da primeira edição, que enfoca primordialmente o marketing de buscas, esta, além de maior e mais completa por tratar de vários assuntos relacionados ao mundo virtual, promete se tornar referência em marketing digital no Brasil.

Está a venda nos sites das mais diversas livrarias do país (e nas livrarias físicas também), mas você pode encontrá-lo também no site da Editora Novatec (a editora do livro) com desconto (Código Promocional por tempo limitado: conrado01).


Se alguém quiser fazre uma boa ação, pode me dar qe aceito, 85 reais, baratinho ohh!!!



http://www.novatec.com.br/livros/googlemark/

Licenciamento de Medalhas E-bit

Utilize as medalhas da e-bit junto a sua audiência.

Autorização para uso das medlahas de certificação das lojas virtuais em portais, shoppings virtuais e sites de comparação de preços e produtos.

Quais as vantagens?
-Credibilidade na tomada de decisões das compras virtuais.
- Maior confiança para o comprador.
- Conhecimento prévio das qualificações das lojas pelos usuários.
- Aumento da conversão de vendas das lojas.

Como funciona?
Diariamente, as lojas são qualificadas por medalhas Diamante, Ouro, Prata e Bronze segundo média móvel nos últimos 90 dias de acordo com os critérios:

Medalha Diamante
- Nota geral superior a 4, numa escala de 1 a 5*.
- Passou por, no mínimo, 1.000 pesquisas de avaliação no ato da compra*.
- Mantém índice de entrega no prazo superior a 85%*.
- Obtém índice superior a 85% em probabilidade de consumidores voltarem a comprar na loja*.
- Trabalha com protocolo de segurança SSL.
- Garante sigilo no tratamento de informações de clientes.
- Está na e-bit há pelo menos 90 dias.

Medalha Ouro
- Ter média das notas dadas pelos seus clientes, nota geral superior a 4, numa escala de 1 5.
- Passar por, no mínimo, 160 pesquisas de avaliação no ato da compra e mais do que 20 pesquisas referentes ao serviço de entrega e qualidade do atendimento a clientes nos últimos dias.

Medalha Prata
- Ter na média das notas dada pelos seus clientes, nota geral entre 3 e 3,9, numa escala de 1 5.
- Passar por, no mínimo, 20 pesquisas de avaliação no ato da compra e mais do que 5 pesquisas referentes ao serviço de entrega e qualidade do atendimento a clientes, nos últimos 90 dias.

Medalha Broanze
- Ter na média das notas dada pelos seus clientes, nota geral menor que 3, numa escala de 1 5.
- Passar por, no mínimo, 20 pesquisas de avaliação no ato da compra e mais do que 2 pesquisas referentes ao serviço de entrega e qualidade do atendimento a clientes, nos últimos 90 dias.

Experiência de Compra
- Facilidade de compra.
- Seleção de produtos.
- Informação sobre os produtos.
- Preços.
- Navegação.
Experiência de Entrega
- Entrega no prazo.
- Qualidade dos produtos.
- Atendimento aos clientes.
- Política de Privacidade.
- Manuseio e envio de produtos.

Todas as lojas conveniadas à e-bit recebem o selo de Certificação e-bit , que facilita a identificação da loja entre os consumidores, e uma medalha (Diamante, Ouro, Prata ou Bronze) que possibilita ao sistema classificar as melhores lojas da internet.

Aprendendo um pouquinho sobre E-commerce


A Internet é uma das maiores invenções do mundo moderno.
Nela, as oportunidades são iguais, tudo depende da maneira
como você gerencia as informações. São milhões de pessoas
conectadas sempre em busca de alguma coisa. Para ser um
vitorioso na rede as pessoas precisam saber da sua existência
e do que você tem a oferecer. A publicidade na Internet é um
negócio milionário, movimentando mais de US$ 4 bilhões
no mundo. A tecnologia evolui a uma velocidade assustadora,
o que influi diretamente no negócio da publicidade.
Aparelhos celulares já são utilizados para receber e-mails e até mesmo navegar na Web.

Como anunciar?

Banner são arquivos de imagem (animada ou estática), os quais funcionam
de forma semelhante aos out-doors encontrados nas estradas e avenidas, ou
anúncios convencionais veiculados na mídia impressa. Estes arquivos sempre
possuem um link, ou seja, funcionam como botões que ao serem clicados
levam o usuário para a página do anunciante.
Mesmo quem não clica verá o seu banner e você estará divulgando e
fixando sua marca, logotipo, nome da empresa ou produto.
Segundo a Internet Advertising Bureau (www.iab.net), o banner é o recurso
mais utilizado como meio de divulgação na Internet.

Termos mais usados no mundo da publicidade da Internet:

* Click-through - Relação percentual entre a quantidade de cliques que um banner
recebeu e o número de vezes que ele foi exposto.

* CPM - Custo por mil impressões. Forma mais usual de cobrança de veiculação
publicitária na Internet. O anunciante paga de acordo com o número de
vezes que seu banner é exibido (em “pacotes” de mil).

* Hit - Requisição de um arquivo que faz parte de uma página Web.
Não deve ser confundido com page-view ou impressão
(uma página Web gera um page-view, mas cada arquivo que
constitui a página gera um hit).

* Impressões - Número de vezes que um banner é exibido nas páginas
de um site (podendo ser clicado ou não).

* Page-view - Quando uma página Web é acessada, conta-se um page-view.
O número de page-views de um site é a quantidade de páginas
exibidas em um determinado período de tempo.

* Pop-up - Anúncio que é aberto em uma janela quando uma determinada página for solicitada.

* Rich-media - Banners com recursos multimídia sofisticados.
Geralmente são mais pesados.
Usam tecnologias como DHTML. Flash, Java entre outras.

* Unique visitor - Visitante único. Para se avaliar melhor a audiência de um site,
conta-se o número de visitantes únicos em vez de usar o número
de page views (pois um mesmo usuário pode gerar diversos page-views).
Os visitantes únicos geralmente são identificados com cookies.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Quando me amei de Verdade


Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome…Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é…Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é… Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama… Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes.
Hoje descobri a… Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é…Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é… Saber viver!!!

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Descanse em Paz nossa Querida Eloá



O Brasil viveu nesta semana o drama da menina Eloá(apenas 15 anos)

Seguestrada pelo ex-namorado Linderberg(22 anos) e mantida em cativeiro em seu próprio apartamento no Abc.

De acordo com uma amiga de Heloá, ele teria terminado o namoro depois de ter brigado com a namorada em razão do ciúme por um colega de escola. Neste mês, ele teria tentado reatar o relacionamento, mas a garota teria negado.

Eloá que fazia trabalho de escola com seus amigos teve seu apartamento invadido no início da semana e ficado refém juntos com seus amigos de escola.
Os amigos de escola foram libertados e apenas a melhor amiga Nayara, permaneceu com Eloá numa prova de amizade e carinho com a amiga até o final do sequestro.

Eloá fo baleada na cabeça e na virilha a queima-roupa e Nayara na boca.
Nayara teve sua bala retirada da arcada dentária e está em recuperação, agora Eloá está em coma, com a bala que não pode ser retirada da cabeça.

A morte cerebral de Eloá foi confirmada na madrugada de domingo pelo secretário municipal de Saúde de Santo André, Homero Nepomuceno Duarte. A família da adolescente foi informada e autorizou a doação de órgãos dela.
O coração foi o primeiro órgão a ser retirado, em procedimento que iniciou à 0h30. Por volta das 4h, o órgão levado para o Hospital Beneficência Portuguesa, no bairro Bela Vista, zona sul de São Paulo. O nome do paciente que receberá o coração não foi divulgado. O destino dos outros órgãos também não foi informado. Seriam retirados da jovem os pulmões, fígado, pâncreas, córneas e rins.

Pensei em colocar as fotos da prisão de Linderberg, mas decidi não editar.Dele nem lembranças devemos ter.
Espero que ele pague por tudo que fez, não só a Eloa, seus familiares e sua família, mas pelopecado que cometeu tirando a vida de uma inocente.

Parabéns Nayara por sua coragem e por ter demosntrado a Eloa o quanto vc a amava!Tenho certeza de que ela nunca se esquecerá disso.
E aos famíliares, força e muita paz!

Abraços a Todos

Carolina Trettel




sábado, 18 de outubro de 2008

Puxa justo agora que queria comprar meu ap, essa crise financeira!

A crise começou no mercado imobiliário de risco dos EUA, mas já fez estragos em vários setores financeiros e ameaça atingir a economia real. Veja aqui a opinião do governo e de especialistas sobre esta crise.

A crise que tomou conta do mercado financeiro teve início com o mercado imobiliário de risco dos Estados Unidos (subprime). Este segmento ganhou força com o empréstimo facilitado, o alto volume de dinheiro disponível e a redução das exigências para se obter um financiamento.

A partir de 2001, as financiadoras deste segmento começaram a 'empacotar' este crédito e venderam estas carteiras para bancos de investimento. Desta forma, elas recebiam antecipadamente o valor das operações. E os investidores recebiam o valor emprestado e mais o juro que, no segmento subprime, é bem maior. Este retorno mais elevado atraiu gestores de fundos e bancos em busca de retornos maiores. Para se ter uma idéia, hoje, 4 em cada 5 hipotecas estão vendidas e só uma está com o credor original.

Outro efeito desta facilidade de crédito é que muitos fizeram mais de uma hipoteca durante o boom imobiliário para comprar propriedades para investimento ou um segundo imóvel, acumulando a dívida.

Os fundos de hedge foram os principais compradores dos títulos lastreados por hipotecas Após a euforia do mercado imobiliário, cresceu a expectativa de inadimplência no setor. E o valor dos títulos despencou. Foi o começo da tensão que acabou contaminando o mercado de crédito em geral. Sem saber quem tinham estes títulos e com medo do calote, os bancos deixaram de fazer empréstimo de rotina que faziam para outras instituições financeiras. Os bancos centrais tiveram que agir para conter a alta dos juros nos mercados de empréstimo interbancários e evitar uma restrição ainda maior do crédito.

E o que tudo isso tem a ver com o Brasil?

Para conter os prejuízos com a queda no valor dos títulos lastreados por hipotecas, os fundos de hedge começaram a vender outros ativos, de diferentes setores. Nessa altura, o pânico se espalhou e chegou às bolsas de valores de todo o mundo.

O medo é que a falta de crédito provoque queda no consumo e freie o crescimento das economias. Investidores nervosos deixaram as bolsas em busca de aplicações mais seguras e estrangeiros que haviam investido em mercados emergentes, como o Brasil, estão vendendo ações e títulos. Com essa movimentação toda, os preços dos papéis despencaram.

Posições no governo

No pior dia da crise, na quinta-feira (16), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que "por enquanto" o Brasil está seguro. Para o presidente, o dólar irá continuar flutuando até se ajustar. Ele lembrou que, há três meses, a moeda americana estava em R$ 2,17, valor mais alto do que o alcançou nos últimos dias. Ele avaliou também que a crise atual é problema dos Estados Unidos e que a economia real do Brasil não será afetada.

Do lado do governo, outro que defendeu as condições atuais do país para enfrentar a crise foi o ministro da Fazenda Guido Mantega. Segundo ele, a economia real do Brasil não será abalada. Além disso, as condições econômicas do País para atingir o grau de investimento - considerado com baixo risco de crédito - estão mantidas. Ou seja, dívida pública, dívida interna, reservas internacionais e vulnerabilidade externa. Para Mantega, é cedo para avaliar o impacto da recente disparada do dólar na inflação e possível impacto na trajetória dos juros. O dólar abaixo de R$ 2 era um dos principais argumentos para a manutenção do atual ritmo de queda dos juros, mesmo com demanda mais aquecida.

Já o vice-presidente José Alencar disse ainda que o Brasil poderá sair fortalecido da crise que atingiu as bolsa de valores do mundo inteiro.

Analistas têm posições mais conservadoras

Contudo, o otimismo do governo não é o mesmo sentimento expressado por analistas do mercado financeiro. O representante do Brasil no Fundo Monetário Internacional (FMI), Paulo Nogueira Batista Júnior, por exemplo, acredita que a atual turbulência nos mercados financeiros internacionais é uma nova crise externa e não uma situação temporária. Ele afirmou que a situação internacional é "preocupante" e disse que neste contexto é importante que o Brasil tenha cautela e mantenha o processo de elevação das reservas internacionais. Batista Jr. afirmou ainda que a vulnerabilidade principal da economia brasileira é a estrutura da dívida pública, que é relativamente de curto prazo e tem muita liquidez.

O professor de economia da Universidade Harvard e ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kenneth Rogoff, aponta dois cenários para o mercado cambial brasileiro. No primeiro, o dólar duplicaria seu valor em relação ao real, para um nível próximo de R$ 4,00. No outro, seu valor cairia à metade, perto de R$ 1,00. "É mais provável que o dólar vá para R$ 1,00 do que para R$ 4,00 e isso pode ocorrer muito rápido."

O ex-diretor do Banco Central e sócio da MCM Consultores José Júlio Senna avalia que dois cenários podem agravar a situação nos mercados: uma redução do patrimônio líquido dos consumidores, que provocaria queda do consumo e, por conseqüência, desaceleração da economia americana; e uma piora da saúde dos bancos comerciais. Ele destaca que o Brasil está preparado para passar por esse chacoalhão no mercado e não faz previsões sobre quando o período deve terminar. "Um longo período de oscilações está por vir, pois o centro da crise, o mercado imobiliário americano, ainda deve demorar para se tranqüilizar."

O economista Luiz Fernando Figueiredo, que foi diretor do Banco Central (BC) na gestão de Arminio Fraga, ainda não vê crise no mercado financeiro. Mas alerta que, se a escassez de crédito se aprofundar, 'até instituições saudáveis podem ter problemas'.

Para o ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco, sócio da Rio Bravo Investimentos, a atual crise no segmento de crédito imobiliário subprime nos Estados Unidos não deve ter maiores conseqüências se ficar restrita aos hedge funds, avalia "Se os problemas de liquidez não atingirem os bancos, a vida segue."

Uma visão mais amena tem Eduardo Loyo, ex-diretor do BC, ex-representante do Brasil no Fundo Monetário Internacional (FMI) e, desde maio, economista-chefe do UBS Pactual para América Latina. A turbulência internacional, segundo ele, não deve ter maior impacto no crescimento econômico em 2007 nem na política monetária do Banco Central (BC). Loyo diz que a projeção de crescimento para 2007 é de 4,6% e, se vier a ser revista, é provável que seja para cima. Segundo ele, a maior contribuição para o crescimento no Brasil hoje é a demanda doméstica.

Ex-diretor de Política Econômica do Banco Central (BC) e atual diretor-executivo do Banco Itaú, o economista Sergio Werlang viu com bons olhos a atitude do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) de reduzir a taxa de juros para redesconto. "É natural haver intervenção dos bancos centrais quando há problema de liquidez", disse. Werlang acredita que a crise financeira global terá impacto sobre a taxa de juros brasileira. "Se o dólar ficar no nível de R$ 2,10, o juro aqui ficará mais alto do que se esperava, o que reduzirá um pouco o crescimento da economia em 2008."

Economia real

Mas tanto governo quanto analistas concordam em um ponto: a importância de a crise não atingir a economia real. A Organização Mundial do Comércio (OMC) alerta que a turbulência no mercado financeiro e imobiliário, além dos desequilíbrios comerciais, deverão gerar um crescimento menor do comércio e da economia mundial em 2008. Além disso, a volatilidade nos últimos dias está aumentando as incertezas para a economia mundial neste ano. Caso este cenário se confirme, a economia brasileira poderá ser afetada.

Às vésperas de bater o martelo nas encomendas para o Natal, importadoras e grandes redes de supermercados estão atentas ao comportamento do câmbio, depois das turbulências ocorridas nos últimos dias no mercado financeiro. A expectativa de ampliar em 10%, em média, o volume de pedidos em relação ao fim do ano passado está, por enquanto, mantida, dizem os empresários. Mas, para escapar do risco de uma desvalorização do real em relação ao dólar, o que encareceria os importados, a tendência é adiar ao máximo o fechamento do câmbio.

Já a indústria calçadista brasileira, uma das mais prejudicadas com a série de desvalorizações do dólar, pregou cautela com a disparada da moeda norte-americana, atrelada à crise imobiliária dos Estados Unidos. No entanto, de acordo com o presidente do Sindicato da Indústria de Calçados de Franca (Sindifranca), Jorge Donadelli, "as empresas que puderem têm de fazer uma operação de hedge cambial (proteção contra as oscilações do dólar) para travar pelo menos parte de suas operações de exportação com o dólar na casa de R$ 2,10", disse.

Na agricultura, a recente valorização do dólar frente ao real, que em tese elevaria os ganhos dos brasileiros que exportam commodities agrícolas, chegou tarde demais para impactar significativamente na renda do setor em 2007, disseram analistas, observando também que a alta da moeda norte-americana ainda é pequena para elevar os lucros. Segundo especialistas, a produção de grãos de 2006/07 está praticamente toda comercializada. E apenas os setores de açúcar e álcool, com mais quatro meses de colheita de cana, e o de café, que está finalizando esse trabalho, poderiam tirar algum proveito da alta do dólar.

Neste contexto, o governo anunciou medidas que facilitarão o crédito para empresas do setor de varejo. O ministro do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, informou que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) passará a oferecer financiamento a todas as empresas varejistas com participação do capital estrangeiro. Para as empresas inteiramente nacionais não há restrições. Mas para as companhias com capital estrangeiro, apenas os segmentos de eletroeletrônicos e alimentos podem contar com os recursos do banco de fomento atualmente.

Além disso, vai aceitar recebíveis (cheques pré-datados, duplicatas e antecipação de cartões de crédito) como garantia para os financiamentos das empresas do setor de varejo. Atualmente muitas empresas do setor têm dificuldade para obter recursos do banco de fomento, por não terem ativos suficientes para garantir a operação.

Mantega disse que o Banco Central brasileiro não vai se preocupar com a turbulência internacional e continuará focado na inflação para decidir sobre novos cortes da taxa básica de juros (Selic). "Se a inflação continua estável há espaço para reduzir as taxas", garantiu. Ele disse ainda que, até o momento, não tem informação de que existe pressão inflacionária.

Mercado financeiro

Se a crise ainda não bateu na economia real do País, o mesmo não pode se dizer do ganho do bolso dos investidores. Os fundos de investimento multimercados comandados por ex-integrantes do Banco Central (BC) aparecem entre os maiores perdedores desde o início da crise nos mercados financeiros internacionais, de acordo com dados do site Fortuna, que acompanha o setor. Esses portfólios são freqüentemente apontados como os hedge funds brasileiros, que assumem posições mais arrojadas em busca de maiores retornos relativos. Eles investem em vários mercados ao mesmo tempo, como renda fixa, dólar futuro, derivativos, entre outros.

Entre os dias 23 de julho e 14 de agosto, o fundo Luxor, administrado pela Opportunity Asset Management, amargou perdas de R$ 95 milhões (12,15%), a maior entre os multimercados classificados como não-exclusivos. Recentemente, o ex-diretor de Política Econômica do Banco Central Afonso Bevilaqua assumiu o comando da instituição. Outros portfólios da Asset apresentaram quedas ainda maiores, embora com impacto reduzido por conta do patrimônio menor.

Também figura na lista das maiores perdas entre os multimercados o fundo da Mauá, gestora de recursos do também ex-diretor do BC Luiz Fernando Figueiredo, que registrou desvalorização de R$ 77,8 milhões (5,46%) no mesmo período. O Gávea Brasil, do ex-presidente do BC Armínio Fraga, acumula uma queda de R$ 55 milhões, o equivalente a 3,46%.

Entre os fundos administrados por bancos de varejo, aparece apenas o Santander, cujos portfólios Alpha e Estratégia apresentam desvalorização de 3,7%. Somados, os dois produtos perderam R$ 138 milhões desde o início da crise.

Apesar da desvalorização recente, apenas os fundos do banco espanhol apresentaram saques mais intensos até o momento. No entanto, a maior parte dos hedge funds têm carência para resgate, o que pode ter freado o movimento.

Mas, na opinião do o economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Nicola Tingas, os bancos e o sistema financeiro brasileiro estão muito mais preparados para enfrentar eventuais perdas provocadas pela oscilação nos mercados financeiros. "A qualidade da gestão de risco das instituições evoluiu muito nos últimos anos", afirmou. De acordo com ele, é pequena a chance de problemas mais graves em alguma instituição.

Duas agências de classificação de risco disseram que os mercados da América Latina estão sofrendo com os problemas do setor de crédito imobiliário de alto risco dos Estados Unidos, mas a região está melhor posicionada para enfrentar crises e as avaliações de crédito dos emissores de dívida dos países não devem ser afetadas, disseram duas importantes agências de classificação de risco. "A América Latina está melhor preparada para resistir a choques externos, uma vez que a região implementou mudanças estruturais para fortalecer os fundamentos econômicos", afirmou a Moody's em nota.

No mercado americano, a semana terminou com o banco central Federal Reserve reduzindo sua taxa de redesconto em 0,50 ponto percentual, para 5,75%, já que os riscos ao crescimento aumentaram de forma significativa, em um movimento inesperado para acalmar investidores em meio às tensões globais com a condições nos mercados de crédito.

Livros.Meo eu amo ler, quero comprar todos!!!

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Vou comprar

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Carol indica livro:"Um dia daqueles"

Esse eu tenhooooo, mto bom!!!


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Carol indica:Esse também é muito bom!!!Eu tenho eu tenhooo
Se vc tiver preguiça de ler e gsotar de ver fotos e imagens que dizem mais do que mil palavras, comprem esses livros, muito bons!!!

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Esse eu nem quero, mas achei o livre com o Título engraçado, em todo emprego temos alguém que é nossa pedra no sapato!!!

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Carol indica:esse já li, fala sobre rappor e pnl de uma forma geral, pode comprar quem for iniciante também, Mto bom!Não sei onde ele tá, mas sei que ganhei sim...

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Preciso comprar esse, Richard Brandler, não preciso dizre mais nada!!

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Esse tenho q ter, minha prima tem, mas como não moro mais perto dela, vou ter que comprar um pra mim mesma!!!

Putz se continuar listando o que desejo comprar, vishi vou ficra o dia todo.

Vou comprar esses, ler e depois explicar aqui mesmo!!!

bjs

Olha pq eu gosto tanto de Internet!!!Vc procura no Google, tem uma resposta rápida e ainda fica inteligente!!!rsrsrs

Busca na Internet estimula mais o cérebro do que livros

Mais uma pesquisa para alimentar a polêmica se a Web é como a TV e "deixa burro, muito burro demais", como diz a música, ou se ela exercita a inteligência.

Pesquisadores da UCLA (Universidade da Califórnia de Los Angeles) concluíram que fazer buscas na Internet pode estimular e ajudar a melhorar o funcionamento do cérebro mais do que ler um livro.

Eles notaram que buscar na web desperta centros no cérebro que controlam a tomada de decisões e o raciocínio complexo em adultos de meia-idade e idosos.

No entanto, o estudo conclui que essa maior atividade dos neurônios só acontece em pessoas que já estão familiarizadas com a experiência de Internet.

A pesquisa foi feita com a ajuda de 24 voluntários com idades entre 55 e 76 anos, sendo que metade tinha hábito de acessar a web. Eles leram livros e fizeram buscas a Internet sob monitoramento de máquinas de ressonância magnética

O estudo pode ser consultado no American Journal of Geriatric Psychiatry.

Enquanto traficantes vendem droga adoidado, nossa polícia se enfrenta!!!


Por essas e outras que decidi vir morar em marília.
Vivemos um absurdo.Não querendo negociar, nosso "querido" Serra ao invés de acabar com a violência, drogas e prostituição nas ruas de São Paulo, permite que nossa polícia se enfrente de mandeira absurda.
Achei que a Polícia de uma maneira geral foi feita para defender o povo...Ué será que faltei na aula em que por aumento de salário a polícia tem q se matar?

óbvio que tem mais uma sujeira política nisso.Mas o povo, vota, escolhe um candidato que acha que fará o melhor por sua cidade e é isso que ve acontecendo nas ruas dela.

Reflitam...Acho que essas imagens dizem tudo!